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O aprendizado do sucesso

  • 2 de fev. de 2023
  • 3 min de leitura
O quão difícil é aprender com o sucesso? Já parou para se perguntar?

Quando sofremos um insucesso, uma derrota ou um revés na vida pessoal ou profissional, depois da reação inicial (que podem ser várias: frustração, raiva, tristeza, apatia, depressão, introspectivo, dentre muitas outras), temos uma tendência a tentar olhar para o que ocorreu e aplicar a "ciência" do "e se":


- e se eu tivesse escolhido o outro caminho;

- e se eu não tivesse feito aquela ação;

- e se eu tivesse falado de outra forma;

- e se eu não tivesse dedicado tanto tempo;

A aplicação desta "ciência" (empírica ou não) é feita no intuito de entender onde erramos pra acertarmos na próxima vez.

Agora, e o sucesso, aplicamos a tal "ciência"quando alcançamos ela, a vitória?? Aplicamos ciência alguma?????


Quais foram os motivos que nos levaram à aquele(s) êxito(s)?

- nós executamos perfeitamente o plano desenhado?

- eu estava mais preparado(a) (física, mental, psicológica, espiritualmente) que meu entorno?

- nós fomos mais eficientes? Eficazes? Efetivos?

- eu elegi a melhor estratégia, dentre as possíveis naquela circunstância?

- tive(mos) sorte (pra quem acredita nisso)?


Neste início de jornada (julgo eu) enquanto empreendedor (pois creio que estou empreendedor e não sou - discussão para outro post) tive vários insucessos e alguns sucessos: e sim, não tenho vergonha nenhuma disto, quem nunca errou ou perdeu por tomar decisão(ões) errada(s) na vida?


Ah! Mas se foram mais insucessos do que sucessos, você tá fazendo o que empreendendo?
Sugiro que leia nosso post sobre O Sucesso e o Fracasso: 

Ocorre que vários os insucessos foram na maioria das vezes pequenos, me ensinaram suas lições e eu as aprendi e continuo aprendendo com elas.


Já os sucessos... TODOS foram um maior que o outro sempre, porque desde o primeiro aprendi também as lições que eles tinham a me ensinar e compartilho 5 delas com vocês:


- a mais CLICHÊ e uma das mais importantes: não deixe o sucesso SUBIR A CABEÇA, é redundante falar, mas não canso de falar.


Não me refiro somente a soberba que algumas pessoas têm quando atingem determinado objetivo e mentalmente se colocam quase que como uma divindade, mas ao exagero de confiança que podemos (inconscientemente as vezes) gerar, isso nos faz baixar a guarda.


- quais foram as RAZÕES determinantes para lograr êxito, para que possamos repetir e melhorar as mesmas (sim, em time que esta ganhando se mexe o nome disto é elenco).


- quais foram minhas FRAQUEZAS no sucesso, sim, é contra intuitivo, mas mesmo com a vitória, os concorrentes provavelmente notaram que você tem pontos a melhorar e vão trabalhar neles para tentar não deixar você obter o sucesso na próxima oportunidade.


- quais foram as CONDIÇÕES determinantes para lograr êxito, nem sempre fomos melhores que os concorrentes, mas as condições eram mais favoráveis a nós do que a eles, cito alguns exemplos:

  • um time de futebol menos técnico, mas que está acostumado a jogar em altitudes acima de 3.000m;

  • um piloto de corrida que desempenha melhor com chuva do que no seco mesmo com o carro menos potente;

  • um pescador que apesar de ter um equipamento muito inferior aos demais, lançou o anzol onde havia a maior probabilidade de pegar um peixe;

  • um candidato que apesar do curriculum acadêmico tido como inferior, tinha o perfil psicológico mais adequado aquela vaga de emprego;


- quais foram as metas essenciais do meu PLANEJAMENTO no sucesso, nem todos os pontos do planejamento foram preponderantes para o êxito. Temos que identificar quais os que mais contribuíram para o êxito, para que possamos reaplicá-los, melhorando-os.


João Abrão Jorge Filho

VP de Pessoas e FinançasCFO

em 02/02/2023 – quinta-feira


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