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A Dualidade das Coisas - BOAS FESTAS!

  • 15 de dez. de 2022
  • 2 min de leitura

Pra quem acompanha este que vos escreve já deve ter percebido que as reflexões que escrevo são (até o presente momento) pautadas em dualidades.


Antes de começar, gostaria de deixar claro que o intuito aqui não é discutir ou abordar ponto de vista de cunho religioso, e se ao ler, você nobre leitor se sentir incomodado ou até ofendido com algo, peço antecipada e humildemente meu perdão!



Me agrada o conceito yin-yang do taoismo, que são as duas forças fundamentais opostas e complementares que se encontram em todas as coisas:


o yin é o princípio da noite, Lua, a passividade, absorção.

o yang é o princípio do Sol, dia, a luz e atividade.


A ideia é que cada ser, objeto ou pensamento possui um complemento do qual depende para a sua existência. Esse complemento existe também dentro de si. Assim, podemos deduzir que nada existe no estado puro: nem na atividade absoluta, nem na passividade absoluta, mas sim em transformação contínua.

Mas sabemos que nem TUDO se baseia em certo ou errado, bem ou mal, mulher ou homem, esquerda ou direita, céu ou inferno...

E também por óbvio, não penso de modo dual a todo tempo, tão pouco creio que a vida em si seja baseada somente na dualidade.


Gosto da reflexão dualista pois é a forma que mais fácil de expressão que o ser humano conhece, e para iniciar a reflexão deste texto, explico:


VIDA ou MORTE?


Desde os primórdios, seja lá a quanto tempo isso remonta, os seres humanos se questionam filosófica, cientifica e espiritualmente sobre estes aspectos.


Com isso, te pergunto duas coisas, nobre leitor:

1) será que estamos VIVOS de verdade?

2) será que MORREMOS de verdade?

Claro, a resposta a cada questão é absurdamente complexa (excluindo-se o ponto de vista científico) e nem que quiséssemos conseguiríamos esgotar a discussão, mas compartilho aqui meus pontos de vista:


1) A VIDA é desfrutar desse intervalo de tempo (que é MINÚSCULO quando pensamos em conceitos como a eternidade ou os bilhões de anos de existência do universo) da melhor forma possível, fazendo o bem comum e crescendo como pessoa, cidadão, amando e se deixando amar pelo próximo, se esforçando para prosperar em seus propósitos, cuidando dos seus queridos.


2) A MORTE (que cientificamente é quando finda este intervalo) é quando nós não desfrutamos da melhor forma a vida, e quando digo melhor forma, não digo da quantidade e sim da qualidade das experiências (falei isso em outro post), pois quando desfrutamos da vida, deixamos um pedacinho de nós que nunca morre nos outros e no nosso círculo de convivência.


MUITOS de nós estamos MORTOS em VIDA!
POUCOS deixam o legado da sua VIDA após a MORTE!

Que possamos desfrutar nas festas de final de ano que se aproximam, para renovar o amor a esperança e de nossa VIDA e de nossos próximos queridos, esses são meus sinceros votos!


João Abrão Jorge Filho

VP de Pessoas e FinançasCFO

em 15/12/2022 – quinta-feira

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