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A bola & A correnteza:

  • Foto do escritor: JAS Consulting
    JAS Consulting
  • 16 de dez. de 2018
  • 2 min de leitura

Uma questão de ponto de vista, enfoque e perspectiva




Você já experimentou jogar uma bola (de vôlei, futebol, basquete, etc.) contra as marolas da praia? O que acontece? A bola volta ou não para a areia?

Em geral (se você jogou contra as marolas e não deu um chutão para bem longe) ela começa indo e voltando para a areia até que a correnteza da maré alta a leva de vez para alto mar.

Nós nos preocupamos demais em tentar melhorar aquele colaborador que já não quer mais nada com a empresa (e também não tem a maturidade e vontade de admitir isso pra si mesmo), ao invés de criar a correnteza de relações positivas com a maioria dos que querem algo e deixar que esta correnteza leve este colaborador a algum lugar (seja ele admitindo que não quer mais nada com a empresa, seja repensando e melhorando seu comportamento).

Nós nos preocupamos demais em dar enfoque no nosso nervosismo e irritação para aquele comportamento que não gostamos (principalmente do cônjuge/companheiro), sob o pretexto de que “a relação” está desgastada, ao invés de trabalharmos o melhor dela e olhar para nosso próprio comportamento, nos questionando o quando dele também incomoda a outra parte.

Nós nos preocupamos demasiadamente em nos preocupar com a bola que a correnteza vai levar, ao invés de nos preocupar com a correnteza em si. Nadar contra a correnteza é um gasto monstruoso de energia (psíquica e física) e que geralmente acaba sendo nulo, pois a correnteza sempre segue seu curso.

Gostamos de fazer um paralelo com o salmão selvagem do Pacífico. Ele nasce num riacho calmo, vai para o alto mar após 2 ou 3 anos de vida, e quase sempre volta para este mesmo riacho calmo para se reproduzir.

Durante o percurso de volta para a reprodução ele nada contra a correnteza (pode viajar até 1.500 quilômetros contra elas!!), sobe cachoeiras, nos machos o bico entorta e após se reproduzir, morre. O salmão faz isso por INSTINTO.

Não somos salmões, portanto não precisamos deixar nossos “instintos” de gastar nossa energia contra correnteza, prestando atenção somente na bola, nos ceguem a ponto de sermos engolidos pelas correntezas da vida: ansiedades, depressões, raivas, ódios, ou seja lá qual forem as situações ruim que esta cegueira estejam nos colocando.

Que dominemos nossos “instintos” para gastar a energia e caminhar a favor das correntezas, olhando para onde ela corre e nos aproveitar de seu curso para elas levem as coisas ruins que passam pela vida, inclusive nossos “orgulhos” e “vaidades” e que delas fiquem somente os bons aprendizados.


João Abrão Jorge Filho

Diretor Executivo – CEO

em 13/12/2018 – quinta-feira

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